O NEGÓCIO ESPORTIVO BRASILEIROESPORTE?

O negócio esportivo brasileiro

NEGÓCIO: Associação Desportiva e Empresa Desportiva, você sabe o que significa?

A população brasileira é mundialmente conhecida por sua paixão por esportes. O maior fanatísmo está no futebol. Mas você sabe como é estruturado empresarialmente o ecossistema esportivo no Brasil?

De modo geral, todo negócio começa por um grupo de pessoas com uma atividade em comum, no caso deste post, o esporte. Quando a atividade esportiva deste grupo começa a se organizar e quer crescer, ela vai necessitar de recursos financeiros. Por Lei no Brasil um cidadão comum (ou um grupo) não pode assumir movimentações financeiras de um projeto em seu nome. É necessário abrir uma empresa para se responsabilizar pela administração financeira e interesses do grupo!

Para tornar-se uma empresa desportiva no Brasil, há dois caminhos: abrir um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) como Associação, sem fins lucrativos ou uma empresa com fins lucrativos.


A estruturação do negócio:

O esporte no Brasil em sua grande parte têm empresa aberta (CNPJ - Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) como Associação (Organizações da Sociedade Civil (OSCs), ou seja, sem fins lucrativos. O lado positivo disso, é que as equipes podem contar com o apoio público regional para as custas de taxas federativas, uso de ginásios e quadras públicas e até transporte da equipe em dias de partida. Por lei, esse repasse de verba pública para a execução de projetos esportivos só é permitido para entidades sem fins lucrativos. O lado negativo, é que inibe algumas possibilidades de captação de investimentos diretos, empréstimos bancários e até taxas reduzidas em casos de negociação de dívidas. Contudo, como a criação de confederações, clubes e equipes geralmente veêm da inciativa de profissionais esportivos com poucos recursos no inicio da sua trajetória empreendedora esportiva, a opção de abertura de empresa como associação têm sido a mais popular, pois é a mais barata como start do negócio.


ASSOCIAÇÃO


A) Confederações e Federações Esportivas


As entidades reguladoras das regras e prática profissional esportiva do Brasil, geralmente são inscritas como Associação. A exemplo disso, os Comitês Olímpico e Paralímpico do Brasil, assim como as Confederações Brasileiras e as Federações Estaduais são todas entidades do terceiro setor (Organizações da Sociedade Civil “OSCs”, neste caso Associaçõs Desportivas). Estas são responsáveis por gerir toda organização das competições oficiais, assim como também a captação de patrocinadores oficiais, e a regulamentação do ecossistema do esporte a quem ela se segmenta, ou seja, a gestão do tribunal esportivo (com regras para a prática, claúsulas contratuais de clubes – equipes e atletas, regras de ginásio, segurança esportiva, direitos de transmissão, etc).


B) Clube, Instituto, Agremiação ou Companhia:

São as Associações desenvoldidas com o foco da prática esportiva, filiadas as entidades reguladoras para participar das competições oficias. Algumas destas entidades mantém em seus Estatuto o obrigatoriedade de filiação por CNPJ de Associação (terceiro setor), outras permitem a filiação por CNPJ de empresa com fins lucrativos (segundo setor). Esta exigência burocratica, têm sido um dos grandes entraves para captação de investimentos e consequente aumento de receita para muitas equipes esportivas.

EMPRESA:


As Empresas Desportivas, geralmente tem com foco na prática esportiva e são abertas por empreendedores e investidores que visam a obtenção de lucro no setor esportivo. No Brasil o grosso do lucro no esporte, está com a negociação de atletas e direitos de transmissão de partidas.

Modelo de negócio:


Associação x Empresa com fins lucrativos:

Embora as Associações Desportivas não tenham fins lucrativos, eles devem faturar e gerar lucro para poder se manter. A diferença entre a Associação e a Empresa Desportiva está na distribuição do lucro. No caso da Associação o lucro deve ser reinvestido totalmente na própria entidade, já no caso da Empresa Desportiva, o lucro pode ser também distribuídos aos sócios.

Porém, se a Associação pode ter lucro e este lucro é reinvestido em sí própria, porque foi dito anteriormente que há o lado negativo na captação de investimentos diretos? Simples, porque o investidor não pode manter-se em CNPJ e realizar retiradas para ter retorno sobre seu investimento direto, ou seja não há janela para lucro e sem lucro em ambûncia disponível, também não há capital em caixa para impussionar o crescimento do negócio. Por isso, há dificuldade das Associações em adquirir estabilidade financeira.

Receitas Disponíveis no Mercado para Associação x Empresa:


Associação Empresa
Recursos Próprios (reinvestimento dos lucros) Recursos Próprios (reinvestimento dos lucros + aportes dos sócios e outros investidores)
Recursos Públicos (diretamente com o apoio do Governo e Prefeitura via pastas da Secretaria do Esporte + projetos inscritos em Lei de Incentivo) Recursos Públicos (Projetos inscritos em Lei de Incentivo)
Doações Doações
Patrocínios Patrocínios
Venda de Produtos Licensiados Venda de Produtos Licensiados
Abertura de Franquias Escolares Abertura de Franquias Escolares
Negociações de Atletas (compra, empréstimo e venda), receita mais popular para o caso do futebol masculino. Negociações de Atletas (compra, empréstimo e venda), receita mais popular para o caso do futebol masculino.
Locação de Estrutura (ginásio, estadío, salas para eventos, etc) Locação de Estrutura (ginásio, estadío, salas para eventos, etc)
Sócio Torcedor Sócio Torcedor
Clube Clube
Filiações ( no caso de instituições reguladoras)  

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